Produção industrial cresce 3,2% em agosto

outubro 3, 2020
Economia, Últimas Notícias

Dados do IBGE, divulgados nesta sexta-feira (02), apontam que é a quarta alta seguida

Publicado em

02/10/2020 17h56

Em agosto, a produção industrial brasileira cresceu 3,2% em relação a julho. É a quarta alta consecutiva, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O gerente da pesquisa, André Macedo, comentou os resultados. “Neste mês, permanece a característica observada nos meses anteriores, ou seja, um crescimento disseminado, alcançando todas as categorias econômicas e a maior parte das atividades investigadas”, disse.

“Permanece também o destaque com atividades de veículos automotores, impulsionadas não só pela maior produção dos automóveis, mas também de caminhões e autopeças”, acrescentou o gerente da pesquisa. O setor de veículos automotores, reboques e carrocerias avançou 19,2%. O setor acumulou expansão de 901,6% em quatro meses consecutivos de crescimento na produção, mas ainda está 22,4% abaixo do patamar de fevereiro último.

Também tiveram influência positiva as atividades relacionadas aos produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,9%), de indústrias extrativas (2,6%), de produtos de borracha e de material plástico (5,8%), de couro, artigos para viagem e calçados (14,9%).

Entre as grandes categorias econômicas, o setor relacionado a Bens de Consumo Duráveis registrou a maior alta, com 18,5%. Bens de capital (2,4%), Bens intermediários (2,3%) e Bens de Consumo Semi e Não Duráveis (0,6%) também cresceram em agosto, mas abaixo da média da indústria.

O avanço de 3,2% da atividade industrial, de julho para agosto de 2020, alcançou todas as grandes categorias econômicas e 16 dos 26 ramos pesquisados.

Mesmo com o crescimento no setor, o país ainda não eliminou totalmente as perdas registradas nos meses de março e abril, quando a produção industrial caiu ao patamar mais baixo da série por conta da Covid-19. Em comparação a agosto do ano passado, a produção industrial recuou 2,7.

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Floresta + Carbono incentiva conservação de vegetação nativa

Programa prevê a geração de créditos de carbono por meio da conservação e recuperação da vegetação nativa

Valorizar e incentivar quem preserva o meio ambiente. Com esse objetivo, depois de criar o Programa Floresta , o Governo Federal instituiu, nesta quinta-feira (01), a modalidade Floresta Carbono, que prevê a geração de créditos de carbono por meio da conservação e recuperação da vegetação nativa.

Com isso, o Governo Federal quer promover um ambiente de negócios favorável e efetivo de pagamento por serviços ambientais, reafirmando o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a conservação de sua vegetação nativa. Com a modalidade, as empresas podem compensar as emissões de carbono.

“É uma modalidade do programa Floresta , que cria e incentiva o pagamento de serviços ambientais em todo território brasileiro”, explicou o Secretário da Amazônia e Serviços Ambientais do Ministério do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite.

“O programa Floresta Carbono é baseado na redução de emissões e de conservação de floresta nativa que vai poder ocorrer em todos os biomas por conservação e por recuperação de vegetação nativa”, disse.

O programa poderá, ainda, gerar alternativa de renda para os brasileiros que vivem na Amazônia e em outros biomas. “O objetivo do programa é criar uma alternativa de renda real para quem cuida de florestas, para quem protege as florestas nativas em todos os biomas brasileiros”, completou o secretário.

Para se ter uma ideia, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, as florestas tropicais são responsáveis por 55% dos estoques de carbono do mundo, o que coloca o Brasil numa posição privilegiada no mercado de serviços ambientais e de créditos de carbono.

O país tem cerca de 560 milhões de hectares de área com vegetação nativa, o que corresponde a 66% do território total. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, isso representa um enorme potencial para o mercado voluntário de créditos de carbono baseado em redução do desmatamento e degradação da vegetação nativa.

Mas o que é o crédito de carbono?

O crédito de carbono é a representação de uma Tonelada de Carbono Equivalente que deixou de ser emitida para a atmosfera. Ou seja, cada tonelada não emitida à atmosfera ou reduzida gera um crédito de carbono.

Essa tonelada de carbono pode ser comercializada no mercado de forma a gerar benefícios econômicos que auxiliem a viabilidade financeira e a sustentabilidade de projetos de redução de emissões. Além disso, promove a proteção dos territórios e da vida selvagem, a conservação de paisagens, o apoio às comunidades, entre outros.

Entre os meios existentes para geração de créditos de carbono florestal estão:

• Redução de Emissões provenientes de desmatamento e degradação florestal e da conservação e o aumento dos estoques de carbono;

• Plantio e recuperação de florestas nativas que sequestram e fixam carbono da atmosfera.

O Mercado Voluntário de Carbono de Floresta Nativa é um ambiente para quem quer conservar vegetação nativa e compensar suas emissões. Tem impacto nos mais diversos biomas. Na Amazônia, por exemplo, haverá geração expressiva de créditos de conservação florestal por desmatamento evitado. No Pantanal, créditos serão gerados em importantes corredores ecológicos. Na Mata Atlântica, haverá geração de créditos de recuperação de vegetação nativa. Em regiões com baixa atividade econômica, como parte do Cerrado e Caatinga, haverá geração de créditos pela substituição ou redução no uso da lenha nativa como fonte de energia.

Saiba mais sobre o Programa Floresta Carbono

Programa Floresta

O Floresta , instituído em julho, é um dos maiores programas de pagamento por serviços ambientais no mundo. Para o projeto-piloto, na Amazônia Legal, são mais de R$ 500 milhões destinados para atividades que melhorem, conservem e recuperem a natureza. Os recursos são do Fundo Verde do Clima e vão ser utilizados para remunerar quem preserva.

A ideia é impulsionar a renda daqueles que exerçam atividades efetivas e duradouras, com ganho ambiental relevante. Permite, ainda, que os custos de cuidar da natureza sejam convertidos em benefícios.

O programa é destinado a pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, grupo familiar ou comunitário que, de forma direta ou por meio de terceiros, executam as atividades de serviços ambientais em áreas mantidas com cobertura de vegetação nativa ou sujeitas à sua recuperação. 

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Mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovações terá sua primeira edição em outubro

outubro 3, 2020
Economia, Últimas Notícias

Para os próximos dias, está programada uma série de atividades para divulgar a ciência e a tecnologia e torná-las cada vez mais acessíveis à população

Publicado em

02/10/2020 17h01

Outubro passou a ser o Mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovações. A data, que agora será comemorada todos os anos, foi instituída por decreto Nº 10.497/2020.

E na primeira edição da data está programada uma série de atividades, programas e palestras, por todo o país, nos próximos 30 dias, com o objetivo de divulgar ações de ciência e tecnologia e tornar o tema cada vez mais acessível à população. A ideia é inspirar toda a família, sobretudo as crianças e os jovens, promovendo, assim, melhorias na qualidade de vida das pessoas.

“É importante essa proximidade científica da população, especialmente dos jovens, para que eles vejam na ciência uma visão do seu futuro, as possibilidades que têm pela frente”, disse o ministro Marcos Pontes.

“Não adianta ter o maior equipamento do planeta se a gente não tiver jovens interessados em ciência e tecnologia, se a gente não tiver a população ciente do que acontece com a ciência e a tecnologia, de como isso pode melhorar a vida delas”, ressaltou.

A data também quer promover o debate sobre a importância dos impactos científicos em todo o mundo. O ministro destacou que, neste ano, com a Covid-19, a ciência e a tecnologia ultrapassaram barreiras e estão mais próximas da população.

“Uma situação como essa da Covid, é a situação crítica que a gente tem que tratar agora. A gente vê a necessidade da ciência como a única arma para vencer esse inimigo, que é o vírus em si, seja na produção de remédios, vacinas, testes e para conhecer essa doença de forma que a gente possa proteger melhor a nossa população, a população do planeta como um todo”, acrescentou Marcos Pontes.

Prêmio José Reis de divulgação científica e tecnológica

E para marcar o Mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovações, foi entregue, nesta sexta-feira (2), o Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica, um reconhecimento a jornalistas, pesquisadores, escritores e instituições que contribuem para a divulgação da ciência brasileira. O vencedor é o jornalista Carlos Fioravanti, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. O prêmio é uma ação do CNPQ, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Tradicionalmente realizada em outubro, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia está em sua 17ª edição e tem como tema “Inteligência Artificial: A Nova Fronteira da Ciência Brasileira”.

Em especial no ano de 2020, por causa da Covid -19, o evento será eminentemente via internet, e acessível por meio dos canais do MCTI a todo o país e exterior. A semana acontece de 17 a 23 de outubro.

 Saiba mais sobre a programação AQUI.

A Semana é realizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações em parceria com secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, empresas e entidades da sociedade civil.

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Inep prorroga prazo para inserir foto no sistema do Enem

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outubro 3, 2020
Economia, Últimas Notícias

A prorrogação tem o objetivo de garantir a realização do procedimento por parte dos inscritos

Publicado em

02/10/2020 16h41

Atualizado em


02/10/2020 16h42

O prazo para a inserção de fotos no sistema do Enem foi prorrogado para até as 23h59 do dia 8 de outubro. O procedimento é feito por meio da Página do Participante. O prazo foi prorrogado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) por mais uma semana, em função do volume de acessos ao sistema em um único dia. A prorrogação tem o objetivo de garantir a realização do procedimento por parte dos inscritos. Participantes que já incluíram a foto anteriormente não precisam repetir a operação. 

É importante estar atento aos critérios da foto, que deve ser atual, nítida, individual, colorida e com fundo branco. Não serão permitidas fotografias de pessoas com óculos escuros, boné, chapéu, viseira, gorro ou similares. A foto deve mostrar o rosto inteiro do participante, com boa iluminação e foco, além de estar nos formatos de arquivo JPEG e PNG (tamanho máximo de 2 MB). 

Canais de informação

As informações a respeito do Enem 2020 podem ser acompanhadas nos portais do Inep e do MEC e também nas redes sociais oficiais dos dois órgãos do Governo Federal. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo Fale Conosco do Inep, por meio do autoatendimento on-line ou do 0800 616161.

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MEC autoriza 645 mil vagas de cursos técnicos em instituições privadas de ensino superior

outubro 3, 2020
Economia, Últimas Notícias

Autorização de 515 novos cursos foi viabilizada pelo programa Novos Caminhos do Ministério da Educação

Publicado em

02/10/2020 16h27

Nesta quinta-feira (1º), foi publicada a Portaria n° 524 do Ministério da Educação (MEC), que autoriza 515 novos cursos técnicos em instituições privadas de ensino superior.

Por intermédio dessa medida, serão viabilizadas cerca de 645 mil novas vagas, que já podem ser oferecidas pelas instituições. 

A autorização dos cursos técnicos foi viabilizada pelo programa Novos Caminhos. A medida tem um potencial expressivo para aumentar a oferta de educação profissional e tecnológica, já que o censo escolar de 2019 apontou 1,8 milhão de estudantes nessa modalidade de ensino. 

Para a autorização publicada agora, a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação avaliou 1,7 mil pleitos apresentados pelas instituições no mês de abril deste ano. Os relatórios específicos de cada um dos pedidos serão enviados pelo órgão aos e-mails cadastrados pelos demandantes por meio do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Sistec). 

É a segunda vez que o MEC autoriza cursos técnicos em instituições privadas de ensino superior. A primeira autorização, em junho deste ano, viabilizou 207 novos cursos e correspondeu a mais de 60 mil vagas. 

 

O Programa

Trata-se de um conjunto de ações para o fortalecimento da política de Educação Profissional e Tecnológica, em apoio às redes e instituições de ensino, no planejamento da oferta de cursos alinhada às demandas do setor produtivo e na incorporação das transformações produzidas pelos processos de inovação tecnológica.

O Novos Caminhos visa, ainda, contribuir para o alcance da meta definida no Plano Plurianual 2020-2023, que é de elevar em 80% o total de matrículas em cursos técnicos e de qualificação profissional, alcançando 3,4 milhões de matrículas até 2023. Essa ampliação contribuirá para a inserção socioprodutiva de milhões jovens e trabalhadores e também para a alavancagem da produtividade e competitividade de diversos setores da economia.

Com informações do Ministério da Educação

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