Case Abreu e Lima e Case Cabo têm 27 jovens liberados em mutirões da Justiça

 

As audiências ocorreram com base em relatórios técnicos da Funase que indicam possibilidade de reintegração de internos à sociedade

 

Após obterem resultados satisfatórios e envolvimento positivo em atividades pedagógicas, mais 27 internos da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) foram reintegrados à sociedade nesta semana. Eles ganharam a liberdade após terem os processos avaliados em audiências concentradas promovidas pela Justiça. Nas sessões, que ocorreram em formato de mutirão, promotores e juízes analisaram a situação dos socioeducandos com base em relatórios técnicos sobre o desempenho deles em áreas como educação, profissionalização, esporte, cultura e lazer, que têm atividades ofertadas pela Funase nas unidades socioeducativas.

 

Dos 27 contemplados com a liberdade, 22 cumpriam medida de internação no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife. Desse grupo, 14 receberam a extinção da medida, e outros oito foram beneficiados com a liberdade assistida, ou seja, puderam deixar a unidade, mas terão que se apresentar periodicamente à Justiça. Já a outra parte dos encaminhados para as audiências concentradas estava no Case Cabo de Santo Agostinho. Nesse grupo, três ganharam a liberdade assistida com prestação de serviços comunitários, e dois receberam a extinção da medida socioeducativa que cumpriam.

 

Os mutirões foram conduzidos pelas Varas Regionais da Infância e Juventude da Capital e do Cabo de Santo Agostinho. Na semana passada, outros 18 internos da Funase já tinham obtido extinção de medida ou liberdade assistida em audiências concentradas: sete do Case Santa Luzia, que atende o público feminino, sete do Case Cabo e quatro do Case Jaboatão dos Guararapes.

 

Imprensa Funase

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