COMO PLANEJAR UM LAZER TRÂNQUILO

De Cláudio de Melo Silva – Olinda/PE

Em qual país do mundo em plena estação invernosa podemos ir a uma praia, debaixo de um bonito e caloroso sol, e mergulhar nas águas límpidas e mornas do seu mar, cuja temperatura marcava 27 graus? Aqui em Pernambuco, terra de clima tropical, isso deixa de ser impossível. Depois de um final de semana bastante chuvoso no Grande Recife, consultei o site do CLIMATEMPO para saber como estaria o tempo na praia de Tamandaré na segunda e terça feiras, dias 15 e 16 de julho. A sua previsão sempre confiável era que nessa belíssima praia estaria fazendo sol nesses dois dias com apenas 5 mm de chuva, ou seja, quase nenhuma nuvem no céu.

Para complementar a minha consulta sobre as condições necessárias para levar à esposa e os netos para esse salutar passeio em que nos fosse proporcionada a tranquilidade necessária que evitasse alguns contratempos, consultei ainda a TABUA DE MARE pelo Google, onde constatei que a água do mar estaria com 27 graus de temperatura e os ventos soprando com a força de somente 5 km/h, ou seja, nós não sofreríamos com o frio nem dentro ou fora d’água. Como na terça feira (16/07), seria feriado no Recife, por ser o dia da sua padroeira, Nossa Senhora do Carmo, supus que o trânsito estaria ameno saindo de casa às 6 horas com previsão de chegarmos à Tamandaré às 8 horas. Na saída a esposa como sempre fez as suas orações, sem soltar fogos nem incomodar a vizinhança, apesar de nunca ter freqüentado uma igreja. Na volta, às 15 horas, como eu também previa, encontramos poucos carros na rodovia.

Como de costume, ao chegarmos a Tamandaré, tomamos café na padaria dessa cidade, onde infelizmente não encontramos mais jornais para comprar e ler como antigamente (o povão prefere agora ver fotos de comida e mulher produzida, além de notícias de veracidade duvidosa nas redes sociais). Depois do café procuramos a barraca de “Dona JAI” onde se pratica um preço baratinho (uma peixada completa para dois adultos e duas crianças, custa apenas R$60 reais, com direito a tirar a água do sal do corpo no seu chuveirão).

Portanto, quem quiser que saia do nosso Estado ou país, fazendo do frio um turismo e gastando fortunas para usufruir de um lazer que muitas vezes nem chega a ser igual a este. As nossas atrações turísticas são bem melhores. Só está faltando o governo divulgá-las mais em outros Estados e países e apoiá-las, concedendo-lhes mais atenção e recursos financeiros. Falando em praia e no astro rei, um jovem compositor e cantor (Vitor Kley) que está surgindo agora no cenário musical gravou uma canção de letras simples, fazendo um apelo ao sol, porém fugindo do padrão das músicas de hoje que só tratam das dores do amor. Vejam o seu clipe, clicando no link abaixo: 

NOTA: O JORNAL DO COMMERCIO de hoje, através da sua coluna “Voz do Leitor”, publicou nesta 5ª feira (18/07) parte da minha crônica de ontem, dia 17/07, sob o título “A FÉ NÃO PRECISA SER RUIDOSA”, mesmo na frente de outras duas cartas minhas que ainda não foram publicadas, concordando assim com o meu posicionamento contra as pessoas que ALARDEIAM a sua fé, apesar de um parente ter me dito que eu estava blasfemando quando disse que sonhei com a santa, pois eu não mereço. Esse posicionamento dele lembra seguidores de determinadas religiões que afirmam que somente eles estão salvos, porém têm medo da morte.

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