FINAL SEM JUIZ DE VÍDEO

Por Lenivaldo Aragão – @lenivaldo_aragao / www;blogdelenivaldoaragao.com.br

Todos os louvores ao Salgueiro, o novo campeão pernambucano. Sempre houve críticas quanto à eterna predominância do chamado Trio de Ferro – Sport (42 títulos), Santa Cruz (29) e Náutico (22). Dos 106 certames disputados, o cerco só foi furado 13 vezes por América (6), Torre (3), Tramways (2), Flamengo, primeiro campeão, e agora, o Carcará.

O último arranhão na hegemonia dos três tinha sido dado pelo América, no longínquo 1944. O feito do Salgueiro, primeiro clube do Interior a sagrar-se campeão tem, como não poderia deixar de ser, em se tratando de uma final, seu lado controverso.

O Santa Cruz reclama de um gol, legítimo, anulado erradamente. Não houve o tradicional recurso do juiz de vídeo, muito embora Pernambuco tenha sido o primeiro Estado a utilizá-lo no Brasil, em 2017, numa decisão entre Sport e Salgueiro, da qual o Carcará saiu reclamando.

As decisões de cabine nem sempre são inequívocas, todavia, o mais das vezes correspondem à expectativa. Se o dinheiro anda escasso, na FPF, que se utilizasse o VAR somente nas duas partidas finais.

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