PROGRAMA NOVOS TALENTOS INOVA COM EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

A Sempetq, em parceria com o Senai, abre inscrições nesta segunda-feira, 21, para 180 vagas de EAD no Recife

O Programa Novos Talentos, da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação de Pernambuco (Sempetq) vem inovando e acompanhando as atualizações tecnológicas da formação profissional e assim, abre pela primeira vez, inscrições para 180 vagas gratuitas em cursos de Ensino a Distância – EAD, em parceria com o Senai. As inscrições começam no próximo dia 21 pelo site www.sempetq.pe.gov.br e terminam na sexta-feira, 25 de agosto. Serão oferecidas 120 vagas para o curso de Operador de Computador e outras 60 para Montador e Reparador de Computadores.

As aulas serão ministradas pelo Senai e terão módulos presenciais na unidade do bairro de Areias, no Recife. Para Operador de Computador, as vagas são nos turnos da manhã e tarde, e para o curso de Montador e Reparador de Computadores, apenas no período da tarde. Os candidatos selecionados poderão fazer a matrícula no Senai, entre os dias 28 e 30 de agosto, e o início das aulas está previsto para  o próximo no dia 4 de setembro. ?É preciso acompanhar a tecnologia e torná-la acessível e gratuita para o trabalhador. Na modalidade EAD aumentamos a chance do aluno concluir o curso e diminuímos as dificuldades que ele encontra para frequentar as aulas?, afirma  Fernanda Lessa, gerente-geral de Qualificação da Sempetq.

No curso de Operador de Computador o aluno aprenderá a instalar, configurar e utilizar aplicativos de escritórios, sistemas operacionais e softwares de internet; organizar a entrada e saída de dados em sistemas de informação, de acordo com normas e procedimentos técnicos de qualidade, segurança e saúde. Já no curso de Montador e Reparador de Computadores serão ensinadas técnicas para executar, montar e fazer manutenção nos computadores; instalação e configuração de periféricos; aplicar normas técnicas, de qualidade, saúde e segurança do trabalho e de preservação ambiental.

Para concorrer às vagas disponíveis, os candidatos deverão ter idade mínima de 18 anos e ensino fundamental completo; ter conhecimento em informática e acesso à internet, além de disponibilidade para participar dos encontros virtuais, com 20 horas-aula por semana e presenciais na unidade do Senai, em Areias, uma vez por semana.

 

Para um bom desempenho das atividades online, o candidato deverá utilizar um computador com as seguintes configurações: Processador Dual Core 2GHz; 1GB de Memória RAM; Placa de Vídeo on-board de 128MB; Placa de Som on-board ou off-board e alto-falantes; Conexão Banda Larga de 300kbps (por equipamento); Placa de Rede 10Mbps Ethernet;  Sistema Operacional: Windows XP, Mac OS X 10.5.2 (Leopard), Linux Ubuntu 6+ ou outras distribuições com suporte aos Browsers homologados e Android 4.0 (Observação: iOS não é compatível por causa dos recursos multimídia desenvolvidos em formato Flash); Navegadores: Mozilla Firefox 18, Google Chrome 20, Internet Explorer 9 e Safari 3.1; Plugins e softwares: Plugin Flash Player 11 ou posterior e Java SE 1.6.45.

CURSO VAGAS TURNO
Operador de Computador 60 MANHÃ
Operador de Computador 60 TARDE
Montador e Reparador de Computadores 60 TARDE

 

 

Etiene RamosGerente de Comunicação

 

Secretaria de Micro e Pequena Empresa,

Trabalho e Qualificação Rua Marquês de Olinda, 150

Recife / PE CEP: 50.030-000

Tel.: (81) 3184-7872 / (81) 98491-0021

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Fórum Aner: o direito de esquecer e o direito à informação em debate

Presidente da associação alerta para prejuízos sociais com cerceamento à imprensa e destaca importância da contextualização da notícia

Evento Aner

Na próxima segunda-feira (21) a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e o Instituto Palavra Aberta realizam o Fórum “Esquecimento X Memória”, em Brasília. O evento, voltado para profissionais de comunicação, com impactos para o meio jurídico e toda a sociedade, debaterá o chamado Direito ao Esquecimento e a liberdade de expressão. Além dos representantes das entidades promotoras e juristas renomados, participarão a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Segundo o presidente da ANER, Fábio Gallo, a discussão é fundamental para esclarecer o papel da imprensa neste contexto e ampliar a perspectiva sobre o direito à informação. “Liberdade de expressão, de imprensa e acesso a dados históricos são garantias da sociedade e qualquer forma de restrição sob este aspecto deverá ser extremamente nociva à população. É preciso haver uma discussão criteriosa sobre esta aplicação”, diz.

De acordo com Gallo, os principais veículos de comunicação são bastante rígidos e éticos em seus processos de apuração e veiculação de fatos, além de exercer a utilização de memórias contextualizadas. “É notório que com o volume de informações disponíveis hoje, principalmente com a digitalização de conteúdos, precisa haver um respeito à memória e um cuidado para que não se confunda passado com presente, mas preservar fatos não pode ser classificado como violação da privacidade”, destaca.

“Acredito que devemos evoluir no sentido do controle de nossos dados pessoais na internet, de forma a impedir o seu uso não consentido para fins comerciais ou eleitorais. Já a liberdade de imprensa e o acesso livre à informação não podem ser cerceados em nome de um suposto direito a não ser lembrado ou a ser esquecido. Se a informação é verdadeira e foi obtida por meios lícitos, o decurso do tempo não pode impedir o seu conhecimento por qualquer interessado”, complementa o professor da Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Gustavo Binenbojm, que também é advogado da TV Globo em caso relativo ao tema, em julgamento no STF.

Ainda de acordo com Binenbojm, já existem diversos casos ligados ao direito ao esquecimento em tramite nos tribunais e um risco forte de se criar uma indústria que ameaça a imprensa livre em todas as plataformas. Ele concorda com o presidente da ANER de que é preciso manter uma caracterização do período dos fatos ocorridos para que não se cometa qualquer injustiça na sua propagação.

“A internet propõe o desafio de termos acesso a tudo, o tempo todo, em qualquer lugar, sem que se possa invocar, como estávamos acostumados a fazer, a passagem do tempo em favor do esquecimento de fatos desabonadores ocorridos no passado. De outro lado, passamos a ter o dever de recontextualizar informações antigas e trazê-las de forma fidedigna ao presente, mostrando como evoluíram ao longo do tempo. Assim, a solução para os problemas gerados pela internet não é censura ao passado, mas uma informação mais completa e atualizada sobre a evolução dos fatos”, finaliza o jurista.

Caso Aida Curi

Em junho deste ano, a Aner participou de audiência pública, no STF, para discutir o direito ao esquecimento. A sessão foi convocada pelo ministro Dias Toffoli, relator de recurso movido por irmãos de Aida Curi, assassinada em 1958 no Rio de Janeiro e retratada em programa da Rede Globo. A discussão é se pessoas ou familiares podem exigir que seus nomes sejam omitidos de documentos, textos ou reportagens sobre fatos antigos.

SERVIÇO

Inscrições abertas para profissionais de comunicação:

Fórum “Esquecimento X Memória – Reflexão sobre o direito ao esquecimento, o direito à informação e à proteção da memória”.

Data: 21 de agosto de 2017 (segunda-feira).

Horário: 18h às 21h30.

Local: Sede da OAB – SEPN 516 Bloco B Lote 7 – Asa Norte – Brasília/DF.

Inscrições e informações: (11) 3030-9392 (ANER) ou aner@aner.org.br | 3034-5295 (Instituto Palavra Aberta).

Sobre a ANER

A ANER – Associação Nacional de Editores de Revistas é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que representa as editoras de revistas periódicas de consumo. Foi fundada em 1986 com o objetivo de promover e defender os interesses comuns do mercado de revistas, editorial e comercial, nos seus mais diversos segmentos, tanto em impressão como por mídia eletrônica. Mensalmente, são lançados cerca de 2.000 títulos de revistas, distribuídos nos 30 mil pontos de vendas de bancas brasileiras.

Sobre o Instituto Palavra Aberta

Entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo promover e defender as liberdades democráticas, em especial, a liberdade de expressão, de imprensa e a livre inciativa.

Foi criado em fevereiro de 2010 pela ABERT (Associação Brasileira de Rádio e Televisão), ANER (Associação Nacional de Editores de Revistas), ANJ (Associação Nacional de Jornais) e ABAP (Associação Brasileira de Agências de Publicidade).

A partir de pesquisas, estudos, publicações, seminários, palestras e campanhas, o Palavra Aberta busca promover a liberdade de expressão, de imprensa e de informação, como também incentiva a cultura do debate, pois assim podemos desenvolver uma sociedade forte e democrática.

 

 

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Como remodelar os braços flácidos?

Na hora de acenar de longe para um conhecido, a imperfeição do braço fica mais evidente

Se tem algo que é um incomodo para muitas mulheres na hora de escolher uma roupa de manga cava é aquela pele sobrando no tríceps braquial. Sim, a flacidez que se evidenciam mais no momento do “tchauzinho” é um pesadelo para muitas mulheres! Quais serias os motivos que provocam esta imperfeição indesejada?

A aparência desagradável se dá não somente pela mudança de peso, mas também por causa do envelhecimento e de fatores hereditários. Os exercícios físicos pode ser uma maneira de reverter à situação e fortalecer os músculos, porém, para obterem resultados mais rápidos, muitos estão optando pela cirurgia plástica. O procedimento é conhecido como “dermolipectomia braquial”, que reduz o excesso de pele e gordura entre as axilas e o cotovelo, remodela e deixa os contornos mais suaves, proporcionando assim uma aparência mais natural. O estilo de vida e a saúde podem ser determinantes na hora de descobrir se esta cirurgia pode ser indicada para você. “No geral não há muita restrição para este procedimento, principalmente para adultos que tenham realmente uma flacidez significativa na pele do braço e que são saudáveis sem nenhum tipo de doença grave que pudesse prejudicar a cicatrização”, afirma Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional de Cirurgia Plástica.

Para realizar a “dermolipectomia braquial”, o tipo de anestesia é geral ou local com sedação, com tempo de internação de cerca de 24 horas. No pós-operatório, o paciente deve evitar por 30 dias o excesso de movimentos, principalmente ao levantar os braços, visto que a cicatriz se encontra na axila e acabará sendo forçada nestas situações. Quanto menor for a tração sobre a cicatriz, menor será o seu alargamento.

Quem sonha eliminar o desagradável movimento do músculo flácido na hora do “tchauzinho” mas tem dificuldades de pagar à vista, é bom lembrar que há como parcelar em locais como o Centro Nacional – Cirurgia Plástica, que funciona como uma assessoria administrativa que oferece crédito. O médico receberá à vista, mas o paciente terá condições especiais para pagar, podendo realizar o procedimento agora e continuar a pagar mesmo durante a recuperação. “O resultado definitivo da dermolipectomia é atingido após seis meses da cirurgia, período necessário para a acomodação dos tecidos e o amadurecimento da cicatriz.”, finaliza Korn.

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Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional de Cirurgia Plástica

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WWF-Brasil continua campanha contra a redução de áreas protegidas no Brasil

 

Marcelo Tas e Enrique Diaz são embaixadores da campanha contra projeto que ameaça florestas na Amazônia;Há em curso no Congresso Nacional um projeto de lei que reduz 30% de floresta nacional no Pará, o equivalente a 500 mil campos de futebol ou 2 vezes a cidade de São Paulo; O PL 8107 tramita em regime de urgência e, se aprovado, vai retirar parte da proteção de da Floresta Nacional do Jamanxim

O WWF-Brasil reforçou, nesta quinta-feira (17), a campanha pela manutenção das áreas protegidas brasileiras. Há em curso no Congresso Nacional um projeto de lei que ameaça florestas na Amazônia. A Floresta Nacional (Flona) de Jamanxim, no Pará, virou moeda de troca do presidente Michel Temer com parlamentares da bancada ruralista. Depois de vetar a Medida Provisória (MP) 756, que propunha uma drástica redução da proteção da Flona de Jamanxim, o governo apresentou um novo projeto de lei (nº 8.107/2017), que é ainda pior que a MP anterior.

O jornalista e apresentador Marcelo Tas e o diretor e ator peruano radicado no Brasil, Enrique Diaz se mostraram preocupados com o assunto e encabeçam a nova fase da campanha.

Confira o vídeo

Em troca de votos para se livrar do processo de corrupção, Temer barganhou no Congresso Nacional a diminuição da área protegida em quase 30%, o equivalente a 500 mil campos de futebol ou 2 vezes a cidade de São Paulo. A área a ser transferida para a categoria de Área de Proteção Ambiental – unidade de conservação que permite atividades como pecuária e agricultura – é maior: 354 mil hectares, contra os 305 mil hectares propostos na MP.

Como forma de chamar atenção para essa situação, o WWF-Brasil convidou o jornalista e apresentador Marcelo Tas e o diretor e ator peruano radicado no Brasil Enrique Diaz para serem porta-vozes dessa ação em resposta à mais esta ofensiva contra o patrimônio nacional.

O PL 8107 tramita em regime de urgência e, se aprovado, vai retirar parte da proteção da Flona de Jamanxim. E, se forem adicionadas algumas emendas apresentadas por deputados ao projeto, o corte pode chegar a mais de milhão de hectares deixando vulneráveis diversas áreas protegidas na região.

O governo e parlamentares da bancada ruralista querem anistiar o crime de invasão de terra pública, abrindo caminho para o garimpo, o corte ilegal de madeira e o desmatamento neste pedaço vital da Amazônia. Para piorar, se é que é possível, o PL 8107 vai virar um efeito dominó sobre as demais florestas brasileiras, servindo de modelo para reduzir outras áreas protegidas.

ONGs repudiam PL

No final de julho, organizações ambientalistas – Greenpeace Brasil, ICV, Imaflora, Imazon, IPAM, ISA, TNC Brasil e WWF Brasil – se uniram e lançaram uma nota sobre as consequências destrutivas desta medida para o meio ambiente e o país.

“Repudiamos o PL apresentado pelo governo federal ao Congresso Nacional e pedimos, como representantes da sociedade civil, a sua rejeição. Qualquer redução dos limites acarretará em mais conflitos na região e também em mais desmatamento, que, por sua vez, coloca em risco o futuro econômico do Brasil e o futuro climático da região”, diz a nota.

Na nota, as organizações alertam que:

  • O PL representa um subsídio de pelo menos meio bilhão de reais aos grileiros que dominam a região.
  • O PL não visa atender às pequenas propriedades (até 4 módulos fiscais) ou à agricultura familiar. A área média requerida por ocupantes da Flona é de 1.700 hectares, ou seja, quase 23 vezes um lote da agricultura familiar, que naquela região tem 75 hectares.
  • A Flona do Jamanxim foi a Unidade de Conservação mais desmatada entre 2012 e 2015. Com a medida, o desmatamento na região pode mais que dobrar até 2030, com corte extra de 138 mil hectares e emissão de 67 milhões de toneladas de gás carbônico.
  • Dentro dos 354 mil hectares, há 312 embargos ambientais, resultado de grandes operações realizadas pelo Ibama na região. Ou seja, ao conceder a regularização fundiária dessas áreas, o Estado brasileiro desmoraliza ainda mais a própria política pública de controle do desmatamento, premiando com terra os criminosos.

A redução da Flona de Jamanxim se junta a outras medidas conduzidas por Temer e pelo Congresso Nacional, que desmontam todo o trabalho realizado nos últimos anos para reduzir o desmatamento na Amazônia. Ao usar o meio ambiente como moeda de troca para se manter na cadeira da presidência, Temer tem favorecido grileiros e grandes desmatadores, e segue na direção contrária às políticas nacionais e aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil para a proteção de florestas e do clima.

Confira a íntegra da nota

Sobre o WWF

O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
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Tadeu elogia criação de fórum social de prevenção à violência no Litoral Norte

O deputado federal Tadeu Alencar (PSB) participou nesta sexta-feira (18) do lançamento do Fórum Regional de Prevenção Social (FRPS) dos municípios do Litoral Norte de Pernambuco, em Itapissuma. O fórum conta com a participação da Secretaria de Desenvolvimento Social, do Governo do Estado, em articulação com as cidades de Paulista, Abreu e Lima, Igarassu, Itapissuma, Ilha de Itamaracá e Araçoiaba.

 

Convidado para falar sobre “Os reflexos da crise econômica, política e ética no recrudescimento da violência no País”, Tadeu defendeu que o desencanto da população com a política deve ser combatida com mais mobilização social.

“A gente precisa acreditar nas instituições, exercer mais controle social, sem o qual a política jamais vai andar no rumo certo”, afirmou o parlamentar para um público de mais de 500 pessoas no Clube Veloz, no centro de Itapissuma.

Para Tadeu, a criação do fórum de prevenção social é uma clara demonstração de que o enfrentamento da segurança não deve ser um problema só de política, nem só de Estado. “É muito importante que a sociedade participe, que faça a sua parte, que as prefeituras integrem o conjunto de políticas que vão ajudar neste esforço de enfrentar a violência”, afirmou.

Citando um estudo feito em 2015 pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), mostrando que a cada 1% de aumento na taxa de desemprego entre homens, a taxa de homicídios nos municípios tende a aumentar 2,1%, o parlamentar disse disse que o problema da violência no Brasil deve passar pela formulação de políticas sociais afirmativas. “Esses índices de violência podem diminuir com boas lideranças e políticas públicas voltadas para educação, saúde e emprego”, reforçou.

Sobre Pernambuco, o deputado reconheceu que o problema se agravou nos últimos anos, justamente em função da crise econômica do País, com efeito no índice de desempregos, mas lembrou os investimentos que têm sido feitos na área, a exemplo do pacote de ações da ordem de R$ 290,8 milhões anunciados pelo governador Paulo Câmara, como a contratação de 4,5 mil policiais e de novas viaturas. Pernambuco tem as contas públicas equilibradas e, agora, em 2017, tem condições de investir fortemente em segurança”, frisou.

Por fim, Tadeu Alencar defendeu o Pacto pela Vida como uma política permanente de Estado, um legado de Eduardo Campos que tem sido tratado com toda a atenção pelo Governo Paulo Câmara. “Fica aqui a minha crença de que em Pernambuco aquilo que está sendo feito vai dar resultado e de que vamos tirar os nossos índices de segurança pública desses patamares que tanto nos preocupam”, concluiu.

Tadeu Alencar Imprensa

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