Taxa de desocupados em Pernambuco diminui em 2019

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O Estado ficou em quarto lugar no ranking nacional, mostrando queda na quantidade de pessoas sem qualquer tipo de trabalho

Os dados da PNAD de 2019 mostram que Pernambuco teve uma das melhores taxas do Brasil no tocante à desocupação, caindo de 15,5 pontos percentuais (p.p) para 14 p.p em relação ao ano passado. O Estado está entre os sete do País que tiveram queda no número de trabalhadores desocupados, destacando-se na quarta posição do ranking positiva do ranking nacional. Ou seja, em relação a 2018, das 27 unidades da federal, houve queda na desocupação em sete unidades da federação, incluindo o Distrito Federal: Amapá (-4,1 p.p.), Alagoas (-2,3 p.p.), Maranhão (-1,9 p.p.), Pernambuco (-1,4 p.p.), Rio de Janeiro (-1,1 p.p.), São Paulo (-0,9 p.p.) e Santa Catarina (-1,0 p.p.).

Na análise por região, entre os nove estados nordestinos, Pernambuco ficou em terceiro lugar na queda do número de desocupados, dados que incluem o trabalho com carteira assinada e sem carteira assinada, medindo também a quantidade de informais. O Estado atingiu 48,8 pontos percentuais no número de pessoas no mercado informal, uma variação de 0,6 p.p em relação ao ano passado. “Ainda temos o melhor resultado entre os estados do Nordeste no tocante às pessoas que estão no mercado de trabalho informal”, declarou o secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação estadual, Alberes Lopes.

Para o secretário, os dados do Brasil mostram o impacto da Reforma Trabalhista e da Reforma da Previdência. “Em Pernambuco, o número da informalidade cresceu 0,6 p.p em relação ao ano passado, mas, ao mesmo tempo, Pernambuco foi um dos Estados que mais reduziu a taxa de desocupação. Estamos em 4º lugar no ranking nacional no tocante à redução da taxa de desocupação, que envolve trabalhadores com empregos formais e informais. Em relação ao ano passado, reduzimos a informalidade de 15,5 pontos percentuais para 14 pontos percentuais, uma variação positiva de 1,5 pontos”, destacou.

Segundo o secretário, um dado que ainda é precisa ser melhor avaliado é o número de pessoas trabalhando por conta própria, cujo recorte da PNAD revela que, no quarto trimestre de 2019, Pernambuco ficou em 11º lugar. “Acredito que esta seja uma forma positiva que o pernambucano encontrou para enfrentar a crise. É por isso que nossos cursos de qualificação preparam para o mercado de trabalho com carteira assinada, mas, ao mesmo tempo, apostam no empreendedorismo, na força de reação dos nossos trabalhadores”, declarou. “Tivemos 14 programas em 2019 que apostaram na força criativa do pernambucano, entre eles o Fortalece Talentos e o Crédito Popular”, frisou.

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