Teatro da Vida (Causos) e Poesias

Pechincha – Um casal resolve hospedar-se no Sheraton Hotel. Quando estavam no ,passa uma loiraça maravilhosa. A mulher comenta com o marido: “Nossa que mulherão! Será que é alguma artista?” O marido responde: “Que nada, é mulher de programa!” A mulher retruca: “Não pode ser.” O marido: “Se você quiser, vou lá conversar com ela e você fica perto para ouvir o que falamos.” Mulher: – Tá bem. O marido chega no bar ao lado da loira e pergunta se pode oferecer uma bebida. A loira topa. Depois, começa um papo e lero-lero, pergunta: “Tá afim de um programa!” A loira: “Se você tá disponível…” Ele pergunta: “Quanto você cobra?” Ela responde: “R$ 500,00” Ele: “Não dá para fazer por R$100?” Ela: – R$ 100? Não paga nem o meu cabeleireiro e a maquiagem!” Eles se afastam e a mulher percebe que o marido tinha razão. No dia seguinte, ao tomarem o elevador, eles dão de cara com a loiraça. Ela olha a esposa do cara de cima abaixo e diz para ele: -“Viu no que dá pechinchar?”

 

 

 

Princesa Jairzabel a libertadora dos “escravos” cubanos!!!
Kkkkkkkkkkkk Não consigo parar de rir. 😂😂😂😂
POESIAS

Tigresa

 *Robson Sampaio

Os olhos da tigresa

são esmeraldas incrustadas

nas águas verdes do mar.

Luzes que refletem o brilho

dessa mulher, porém, não

decifram os enigmas da sua

alma…

 

Os olhos da tigresa

são lanças flamejantes de desejo

e de paixão,

a rasgar entranhas e a ferir

com a dor bendita encravada

no coração…

 

Os olhos da tigresa são

a força felina de cada gesto,

a expor também a graça e a leveza,

enquanto o seu corpo resplandece

toda a beleza das fêmeas sensuais

e só domadas pelas carícias

do amor…

 

* Jornalista, poeta, da Academia Recifense de Letras/Cadeira 22- Patronesse: Thargélia Barreto de Menezes, e da União Brasileira de Escritores (UBE/PE).

 

Meninos-fantasmas            

 *Robson Sampaio

 

Meninos sem rosto,

de tênues traços sem cor.

Meninos sem nome,

habitantes de pontes

e marquises.

Meninos-fantasmas,

que se esgueiram por becos

e esquinas desumanos.

Meninos sem rumos,

descaminhos da volta,

vândalos do inconsciente

social.

Meninos de vida na sarjeta,

Meninos da noite, opções do escuro.

Meninos de rua,

Crianças, apenas na idade…

* Jornalista, poeta, da Academia Recifense de Letras/Cadeira 22- Patronesse: Thargélia Barreto de Menezes, e da União Brasileira de Escritores (UBE/PE).

 

Menina-Santa  

 *Robson Sampaio

   

Menina-criança,

roubaram a tua boneca,

o teu sorriso,

a tua alegria.

 

Menina-moça,

roubaram a tua meiguice,

os teus encantos,

o teu corpo.

 

Menina-mulher,

ainda menina e moça,

não hão de roubar

a tua alma, a tua paz,

a tua vida.

Menina-Santa,

como tantas outras…

* À Casa de Passagem (Recife-PE).

* Jornalista, poeta, da Academia Recifense de Letras/Cadeira 22- Patronesse: Thargélia Barreto de Menezes, e da União Brasileira de Escritores (UBE/PE).

 

O poeta…

Robson Sampaio *

 

 O poeta não morre,

simplesmente, se eterniza

Ele é palavra, verbo, substantivo,

adjetivo, advérbio, pronome,

interjeição, interrogação, exclamação,

preposição, vírgula, ponto e vírgula,

ponto, dois pontos, cê-cedilha.

 

É o alfabeto: vogais – a,e,i,o,u;

consoantes – ch, lh, nh, k, w, y, z.

É poema, prosa, verso, frase,

inspiração, evocação, declamação,

emoção.

 

Ele não morre, eterniza-se

nas palavras da poesia.

* Jornalista, poeta, da Academia Recifense de Letras/Cadeira 22- Patronesse: Thargélia Barreto de Menezes, e da União Brasileira de Escritores (UBE/PE).

21.10.2017

 

A Inveja

 

Robson Sampaio

 

“A inveja, quando não mata,

aleija os pensamentos e

o estômago vomita as vísceras

reféns da raiva e do ódio”.

Dedilha na viola, o violeiro cego,

um cântico choramingado em

frente à praça da Igreja-Matriz.

E tasca mais versos, no choramingar

da viola: “Sentimento impuro, capaz

de gerar ciúme, insensatez ou ódio,

tamanho é o desatino

e que pode levar ao crime”.

E o violeiro cego dedilha, no

choramingar da viola, o arremate do

cântico: “E Caim matou Abel!”

 

* Jornalista e poeta da Cadeira 22, da Academia Recifense de Letras.

(07.07.15)

 

“Os 7 Pecados Capitais”

 

Robson Sampaio

 

“Avareza: apodrece a alma.

“Gula: Defeito também de pobre.

“Inveja: Pode levar ao enfarte.

“Ira: O caminho da insanidade.

“Luxúria: O espelho dos pobres

de espírito.

“Preguiça: Sombra e água fresca,

pois ninguém é de ferro.

“Vaidade: Todos temos, de mais

ou de menos.

 

* Jornalista e poeta da Cadeira 22, da Academia Recifense de Letras.

(03.09.12)

rsampaioblog@gmail.com

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